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29 de dez de 2013

Capítulo 16

Depois do que aconteceu na sexta eu achei que finalmente teria um pouco de paz. Mas aí, outra bomba me apareceu. Depois que os policias saíram da nossa casa, minha mãe veio conversar comigo. Ela parecia muito nervosa mas eu achei que fosse por causa do ocorrido, até eu acordar no dia seguinte e ver meu pai na porta da nossa casa.

****-*****-****

-Demi, pelo amor de Deus- Joe me abordou na entrada do colégio- Eu te procurei o final de semana todinho, você viu quantas ligações minhas tem no seu celular? Você sabe quantas vezes eu fui na sua casa?
-Desculpa, eu não tava disposta a falar com ninguém- eu suspirei.
-Nem comigo?- ele perguntou decepcionado- O que houve pra você ficar tanto tempo sumida?
-Foram só dois dias.
-Eu fiquei preocupado. O que você tava fazendo? Eu queria saber como você tá- explicou. Ele tinha muitas perguntas e eu queria poder responder todas, mas a minha cabeça tava voando a mil.
-Eu não tô nada bem- sussurrei. Eu não tinha como esconder aquilo dele mesmo, então pra que mentir?
-Por quê? O que houve?
-Ah Joe, parece que eu passei dois dias no inferno. E eu acho que vou ficar mais um tempo por lá.
-Dá pra você me dizer alguma coisa concreta?
-Eu sou menor de idade, eu só faço 18 daqui a 3 meses. E até lá, eu não posso tomar as minhas próprias decisões.
-O que isso significa?
-Que pra justiça a minha mãe é uma irresponsável que traz um homem diferente pra dentro da nossa casa toda noite. Que ela me deixa sozinha e me expõe, em vez de me manter segura. O meu pai tá na cidade, ele apareceu lá em casa no sábado de manhã. Eles tiraram a guarda da minha mãe. E eu não posso fazer nada- eu disse desesperadamente, com lágrimas saindo e escorrendo pelo meu rosto.
A expressão no rosto de Joe era bem parecida com a minha. Ele não tinha reação alguma. E antes que ele procurasse alguma coisa pra me consolar, eu respirei fundo, engoli o choro e sequei as lágrimas. Eu chorei demais durante o fim de semana, mas aprendi que as minhas lágrimas não contornariam a situação. Então eu tentei encarar aquilo como uma menina de 17 anos e era isso que eu ia fazer nesse momento.
-Mas como eles descobriram tanto sobre a sua mãe?- ele perguntou, me levando para um lugar mais vazio.
-Eu acabei dizendo sem querer no depoimento, quando o investigador falou comigo. Ele perguntou se eu conhecia o cara e eu disse que sim. Eu disse que ele era o meu professor mas que antes disso ele foi um dos muitos namorados da  minha mãe.
-Porque você disse isso?- questionou incrédulo. Eu me fiz a mesma pergunta diversas vezes.
-Eu não sei! Eu tava desesperada e acabou saindo da minha boca, eu nunca ia pensar que ele fosse interrogar a minha mãe por causa de um detalhe desses. Eu não pensei que fossem usar isso contra ela.
-Você vai ter que morar com o seu pai?- ele perguntou com a voz mais calma. Nós dois sabíamos o que aquilo significava. Eu apenas assenti- E não tem como isso ser, sei lá, revertido?
-O juiz já tomou a decisão. Nesses casos não dá nem pro advogado recorrer, pra eles foi muita irresponsabilidade dela.
-E não tentaram te ouvir?
-Do que adiantaria? A opinião de ninguém é importante agora. Eu não sou maior de idade, a minha mãe tinha a minha guarda mas eu não posso mais escolher com quem eu quero morar.
-Mas você faz 18 em 3 meses!
-Eu vou ficar 3 meses lá com ele- murmurei- Naquele inferno de cidade, perto daquela gente- sussurrei para mim mesma.
-Mas e a escola?
-A gente vai entrar de férias em menos de uma semana- dei de ombros- Vão adiantar as minhas provas.
-Quando você vai?- ele perguntou depois de muito tempo.
-De amanhã não passa- eu disse.
O sinal tocou e eu ajeitei a mochila nas costas, pronta para ir para a aula. Eu ainda tinha muito que conversar com Lola.
-Você podia ter me ligado ontem, sábado, sei lá- Joe disse agora mais nervoso. Eu sabia que na verdade ele estava irritado com a situação, assim como eu.
-Eu não queria ter que te falar isso por telefone.
-Eu podia ter ido me encontrar com você- sugeriu.
-Joe, eu não tava pronta pra pensar nisso, pra falar isso olhando pra você. Esse dois dias foram horríveis pra mim, você ainda não viu uma briga da minha mãe e do meu pai. Não quando eles estavam brigando por mim- completei antes de andar para longe dele.

****---***---****

Depois da aula eu fui me sentar com o mesmo grupo de sempre. A notícia não tinha se espalhado pelo colégio, ninguém sabia o que tinha acontecido e se sabiam, não estavam expondo. Só eu e Joe realmente sabíamos e nem mesmo a irmã dele parecia saber. Eu expliquei resumidamente à todos os meus amigos, e Lola ainda tentava se recuperar, já que estava até agora querendo bater no meu pai, no juiz e em mais quem fosse necessário. A verdade é que eu contara a ela ontem, quando nos encontramos lá em casa. Eu precisava de uma amiga e me senti bem mal por não ter ligado para Joe.
Ele ainda não tinha aparecido e eu sabia que a culpa era minha. Eu estava tentando parecer calma quando dentro de mim tudo explodia. Receber a notícia de que eu teria que morar com o meu pai foi como se uma granada tivesse sido colocada no meu caminho. Eu não queria mostrar fragilidade, queria agir como uma adulta quando desabava por dentro.
Joe chegou logo depois e sentou-se do outro lado, afastado de todo mundo. Eu permaneci onde estava por um longo tempo, até me aproximar com coragem.
-Porque você age como se fosse indiferente a isso?- Joe perguntou levando seus olhos aos meus.
-Eu não tô agindo como se fosse indiferente- retruquei. Mentira- Você não sabe como isso tá sendo realmente pra mim.
-Então porque você não me fala?- ele se levantou e se aproximou de mim, baixando o tom de voz- Porque não abaixa a guarda em vez de bancar a fortona? Porque não me ligou da mesma forma que você ligou pra Lola?- ele perguntou com a voz baixa mas decidida.
Eu já devia imaginar que ele saberia. Eu devia ter falado com ele quando eu soube.
-Desculpa, Joe, eu só...- suspirei e senti uma lágrima descer pelo meu rosto- Era muito mais aterrorizante te contar. Tinha muito mais coisa envolvida do que com a Lola. E eu não tava pronta pra lidar com isso naquele momento.
-Bom, você tá agora?- perguntou mais calmo.
-Não- eu respondi sinceramente- Mas eu não posso deixar pra lá, eu não posso chorar no seu colo quando eu deveria estar tendo uma conversa séria com você.
-Nossa, eu me sinto muito bem em saber que quando a minha namorada precisa, ela esconde isso tudo de mim. Só porque ela é minha namorada- ele se afastou e respirou fundo.
-Você foi a primeira coisa que veio na minha cabeça quando os meus pais me disseram isso. Você ainda é a única coisa que tá na minha cabeça, até agora- confessei.
-Porque você finge que tá bem pra mim, Demi?- perguntou- A Lola me disse como você tava mal ontem e hoje na aula.
-Eu não sei mais o que eu posso fazer, Joe- eu balancei a cabeça e me aproximei dele, escondendo meu rosto já molhado em seu peito. Senti seus braços me protegendo depois de uns segundos e as cenas da noite de sexta voltavam com tudo à minha cabeça. Joe socando e batendo em Mario, brigando com ele por mim, me protegendo mais uma vez, como ele prometera. Eu o amava demais pra pensar que estava adiando o inevitável.
Nós não trocamos palavras, ele apenas acariciou meus cabelos e manteve seus braços ao meu redor pelo tempo que eu fiquei ali, junto a ele. Voltamos para a aula ainda sem falar nada. Ele estava me consolando, estava ali do meu lado, mas não era só disso que eu precisava. Ele estava sério e eu não conseguia ficar muito diferente.
-Você tem que voltar pra casa?- ele quebrou o silêncio quando eu sentei no seu colo na hora da saída.
-É o que eu menos quero- dei de ombros- Não posso voltar tarde senão o meu pai vai jogar na cara da minha mãe que ela não me impõe limites.
-Então passa em casa e diz que você vai dar uma volta no parque comigo.
-Vai ser um milagre se ele não reclamar sobre eu sair com o meu namorado- eu me senti péssima quando percebi que essa última palavra já não soava mais tão comum pra mim.
-Diz que você vai morar junto com ele, mas que antes disso tem muita coisa pra resolver aqui- Joe disse imparcial, calmamente, me dando vontade de jogar minha cabeça contra a parede.
Eu apenas concordei. Nós fomos até a minha casa, e por sorte meu pai gostou de Joe. Eu o convenci a entrar comigo, mesmo não sabendo se era o certo, e por maior que fosse o clima pesado dentro daquela casa, eu me senti calma por alguns instantes, quando vi os dois conversando normalmente.
Joe segurou minha mão, acho que foi um gesto mais automático do que proposital, mas fomos assim até o parque. Não nos sentamos nem nos aproximamos do banco. Joe parou bem na minha frente e soltou minha mão.
-O que vai acontecer com a gente?- ele foi direto ao assunto. O que eu mais quis evitar na minha cabeça durante tantas horas estava acontecendo. E era de longe mil vezes pior do que eu pensara que poderia ser.
-Eu pensei bastante nisso e eu não vou mentir dizendo que eu achei uma solução- sussurrei- Mas são 3 meses, Joe. Não é pra sempre, não é nem muito tempo.
-Mesmo assim é bastante tempo- ele retrucou. Parecia nervoso, porém estava mais triste do que qualquer outra coisa.
-É como se eu fosse viajar- supus- Você mesmo disse que ia pra San Diego nas férias- lembrei.
-Não é como se você fosse viajar porque eu vou saber que não está viajando.
-E você não pode fingir que é isso?- questionei amargurada. Ele estava fazendo muito rodeio.
-Como você quer que eu fique 3 meses aqui sem você, Demi?- ele me encarou calmamente. Sua voz estava mais suave e eu consegui relaxar mais.
-Eu também não sei como eu vou ficar sem você lá, mas eu vou ter que descobrir, não tem outro jeito, eu não posso mudar isso. A gente tem que arrumar um jeito de resolver o nosso problema dentro de todas as circunstâncias.
-Eu acho melhor... a gente dar um tempo- ele disse com a voz séria e receosa.
-Um tempo?- eu repeti estática. Não podia ser sério.
-Você tá vendo como estão as coisas entre a gente?- perguntou.
-As coisas estão assim porque você tá deixando elas assim- eu respondi nervosa- Eu tô tentando arrumar um jeito de não piorar a situação e você pede um tempo?
-Eu não posso lidar com a ideia de você ficar fora tanto tempo- tentou explicar. Mas ele ia precisar de muito mais do que isso se quisesse me fazer entender aquela estupidez.
-Nossa, tô vendo como o seu amor por mim é forte, supera qualquer coisa, qualquer distância- respondi ironicamente.
-Demi- ele respirou fundo- Eu não quero terminar com você porque isso sim seria dizer que eu não te amo o suficiente. Mas eu preciso de um tempo.
-Talvez se você me disser que já estava nos seus planos pedir isso, eu me sinta melhor.
-O problema é que eu não tenho você aqui, Demi. Eu não ia pedir um tempo, óbvio que eu não tava pensando em nada disso. É que... a situação muda sem você do meu lado.
-O que você quer dizer com isso?
-Que eu não quero te magoar e eu não quero fazer nenhuma besteira enquanto você estiver lá. Eu não quero que o nosso namoro acabe.
-Mas então porque raios você tá acabando com ele agora?- perguntei irritada. Não fazia sentido.
-Eu te amo- ele segurou minha nuca, olhando dentro dos meus olhos- Você sabe que eu não tô mentindo.
-Não muda nada- desviei o olhar, minha voz já estava mais baixa do que o normal- Você quer um tempo pra não me trair enquanto estiver sozinho?
-Demi, eu não sei se eu...
-Você não sabe se o que você sente por mim é forte o suficiente?- perguntei com lágrimas nos olhos- Porque se você acha que vai ser difícil lembrar que você tem uma namorada enquanto estiver com outras meninas...
-Não, não- ele me interrompeu- Eu não tô pedindo uma desculpa pra te trair. Eu tô fazendo isso porque eu não quero te machucar.
-Mas você não consegue ver que tá me machucando agora?
-Por favor, Demi- ele pediu com delicadeza- Não torna mais difícil. Eu vou pra San Diego, eu...
-Você mesmo disse que não ia fazer nada lá- eu lembrava que ele me dissera isso.
-Tá mas agora tudo tá confuso dentro de mim. Eu não quero te perder, Demi, eu não quero jogar fora o que eu sinto por você. Eu vou enlouquecer com você longe de mim por tanto tempo.
-Tá bem, se é o que você quer- eu tirei suas mãos de mim, grosseiramente.
-Eu achei que você quisesse que eu fosse honesto e sincero com você. São 3 meses. Eu podia fazer o que eu quisesse nesses 3 meses e eu garanto que você não saberia. Só que eu não faria isso com você. Eu tô tentando não te magoar mais, Demi, entende isso- pediu.
-Eu acho melhor mesmo a gente da um tempo- comentei ríspida.
-Do que adianta um tempo se você tá agindo como se tivesse simplesmente acabado aqui?
-Acabou aqui. O tempo começa agora. Eu vou embora amanhã e você vai estar livre pra fazer o que bem entender.
-Então é assim? Eu peço um tempo e você bota um ponto final na história? Você vai mesmo transformar isso num tempo sem volta?- perguntou. Seus olhos estavam marejados e eu via dor por trás deles, ainda via a minha dor sendo refletida ali também.
-Daqui a 3 meses você vai ter a minha resposta.
Ele abaixou a cabeça e fechou os olhos com força. As lágrimas escorriam pelo meu rosto mas eu não queria pensar nelas agora. Joe me puxou para um beijo calmo, apaixonado, um beijo de adeus. Pensar nisso fez eu me afastar e soltar um soluço que estava preso na minha garganta.
-Demi eu te amo tanto- ele disse com a testa grudada a minha- Eu não acho que eu sou... bom o suficiente pra você, bom o suficiente pra ficar sem você aqui durante tanto tempo sem cometer nenhum erro, sem fazer nenhuma besteira. Eu tô tentando salvar o nosso namoro, porque eu me conheço. Eu sei as merdas que eu faço.
Eu levei uma das minhas mãos até o pulso dele e segurei-o, fechando os olhos.
-Eu também te amo- sussurrei e senti como se ele tivesse relaxado mais. Mesmo assim estávamos os dois tensos demais ali- E uma parte de mim acha você um idiota quando a outra acha que você tá sendo sincero comigo.
-Eu não sei se isso daria certo, Demi, mas eu não quero arriscar. Eu prefiro um tempo, você tira um tempo pra pensar e... a gente vê no que dá.
-Você sabe como tá sendo difícil pra mim acreditar que você não tá fazendo isso só pra ficar com qualquer uma e não sentir culpa?- sussurrou.
-Sei- ele disse- Mas eu achei que você confiava e acreditava em mim- sussurrou depois de um tempo.
-Eu confio. E eu acredito- senti o seu polegar acariciando meu rosto. Aquilo foi uma confissão que eu fiz a ele, mas principalmente a mim mesma.
-Você se importa se eu não me despedir de você amanhã?- ele perguntou com um sussurro.
-Eu prefiro assim- admiti.
Joe assentiu e beijou o topo da minha testa. Depois de depositar um beijo na ponta do meu nariz, eu senti seus lábios junto aos meus.

Foi o nosso último beijo.

 Continua...
Outro grandinho \o
Pois bem, gente, as coisas não podem ficar bem sempre, né?! Mas esperem um pouquinho antes de ficarem com raiva do Joe... ou fiquem, eu deixo vfdlvdbcki hehehe
comentem, tá? obrigada por tudo!
Amo vocês
Mil beijocas,
Brubs <3

comentários respondidos> aqui

14 comentários:

  1. Quee perfeito <3<3<3
    Joe tava certo....
    Que tenso...demi vai morar com o pai dela...
    Posta logoo brigadeirinha :-)
    Beijos

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    1. Obrigada <3 <3 <3
      Pois é... tenso mesmo, mas vamos ver no que isso vai dar, né?! Mil beijos, vou postar! :)

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  2. que capítulo chorante, triste, muito tenso, bubu :( mas perfeito, tomara que eles se acertem logo! Posta mais! ~dany~

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    1. Pois é, mas às vezes as coisas tristes são necessárias :| Vou postar! Beijos, amor, obrigada!

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  3. Foiiii triste demais esse cap :/ posta logoo

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    1. Foi simm, mas daqui a pouco as coisas se acertam... :) Beijos!

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  4. NÃÃÃO COMO ASSIM A DEMI VAI EMBORA E ELES TERMINAM O NAMORO ANEM FIQUEI TRISTE :(
    Nem to com raiva do Joe por ter dado um tempo no relacionamento deles pq eu até entendo essa atitude dele, to com raiva é do pai da Demi por tirar ela da cidade! To aqui torcendo pra esses três meses passarem logo huasbuabbhua
    Posta mais :D

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    1. :/ acho que você ficou com raiva da pessoa certa \o hahaha os 3 meses vão passar rápido sim :P beijocas, vou postar!

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. WHAT? COMO ASSIM JESUIS?
    Nao nao nao eles nao podem terminar assim Demetria sua idiota poq se fez isso? Ele so queria um tempo poh
    Argh esse viado do pai dela tambem q vontade de matar ele tudo culpa desse professor tarado..
    Aiin nao quero Jemi separado
    Ameei <3
    Posta Logo
    Xoxo

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    1. Mas eles só deram um tempo... hahaha daqui a pouco se entendem...
      Obrigada, amor, vou postar!
      Beijinhos <3

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  8. eu não sei qual o tipo de morte fica mais cabivel pro joe #### sério, eu não apoio ele querer dar um tempo, isso soou como se ele realmente irá trair ela pq nao consegue ficar sem sexo por 3 meses, tomara que a demi faça alguma coisa enquanto estiver fora tbm ksjhwgfq posta mais <3

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    1. Hum.... vamos ver, tudo pode acontecer, né?! hehehehe vou postar, beijos!!

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3